segunda-feira

Primeiro Post - Camisinha



Aaah... nada como começar a manhã com uma boa surpresa vinda do baterista! Já agradeço imensamente a consideração e apreço por esse puto aqui...
Well... por achar esse blog uma boa idéia, e esperar que um dia talvez alguém visite essa birosca, vou tentar ir postando alguma coisa no tempo entre meu trabalho, faculdade e necessidade do ócio puro e safadão.
Um blogue de róque precisa de posts de róque. Com isso, quem sabe surge um primeiro "especialzim" dessa blogueta: "Influências e afins" (por falta de vontade de achar um título melhor).

Começaremos então lembrando da banda que quando fui procurar por ela abriu um link para "Preservativo"... claro que estou falando da baiana e oitentista CAMISA DE VÊNUS!

Confesso a minha profunda imbecilidade por não conhecer muito essa poioca e por não ter muito o que falar... isso se explica pelo fato de que, para mim, os anos 80 são um território inóspito na minha enxuta e incompleta enciclopedia musical. ... Mas nada que a wikipedia não ajude (Y)

Segundo algum maluco que escreveu na Wiki, a banda foi formada por Marcelo Drummond de Andrade Nova (vocalista cara de camelo), quando ficou de conversê com Robério Santana(autista baixista) e decidiram montar uma banda junto com Karl Franz Hummel(guitarra base), Gustavo Adolpho Souza Mullem (bateria) e Eugênio Soares (guitarra siempre solo).


Marcelo Nova (não sei por que, mas sempre me lembra o Camel)


A banda foi conquistando seu espaço, mas quando foi para gravar o seu disco, a gravadora sugeriu um nome "melhor" para a banda, já que Camisa de Vênus era um nome que incomodava demais os costumes (e hipocrisia) puritanos da sociedade da época. Carinhoso como ou rinoceronte "carcando" numa jaguatirica, Marcelo New sugeriu o belo nome "Capa de Pica".
Marceleza ao sugerir o novo nome

Aos trancos e barrancos ao longo da Ditadura Militar (Fuuuuuu), Marceleza e Cia fizeram um sucesso do cão com as músiquetas "Bete Morreu, Eu não Matei Joana D'Arc, Simca Chambord, Deus Me de Grana e Só o Fim".
Não, eu não matei.


Enquanto não matava a Joana, Ver a Bete morrer e chingar a Sílvia, a "Camisinha" acabou, voltou, acabou novamente e voltou pra tocar no Festival de Verão de Salvador, onde um Marcelo alucinado soltou umas pérolas envolvendo música, dança e macaco (quem não entendeu, veja o DVD).

Hoje a banda se reuniu novamente com o vocal do Eduardo Scott (que eu não ouvi ainda) e vai lançar umas inéditas em 2011 \o


Tive a grande oportunidade de ver o Marcelo (que anda fazendo uns shows solo por aí) tocando aqui em Chuvaville lá no Expresso. Na época eu não conhecia ABESÔLUTAMENTE nenhuma músiqueta, mas vos digo: pirei o show inteiro!

Tal Fodastidêz sonora levou a UQG a coverizar três musicas: Beth morreu, Eu não matei Joana Dark (ambas emendadas e tocadas desde a volta da banda) e Hoje (inaugurada nas côxa no 3º PIRÃO COM LINGUIÇA).

Peço desculpa aos amigos que presenciam o show por matarmos essas canções e agradeço aos putões que ao se lembrarem do camisinha, gritam um sonoro "BOTA PRA FUDÊÊ!"



Um comentário:

  1. Camisa de Vênus é do caralho! Ainda vou tocar igual o baterista deles, aquele demonho haha

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